quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Fernando Monteiro: poetas que admira e livros híbridos

“A escrita como resultado é uma consequência de ler. É quase inevitável.

Ler é aquilo que desencadeia o gatilho de escrever”.



[link para o vídeo no youtube]

Ainda com a minha inexperiência, queria muito entrevistar um dos homenageados da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. #bienalpe

Fui para a conversa de Fernando Monteiro e o poeta Sérgio de Castro Pinto em um momento da Bienal que se chama Palavração - O ano das lágrimas na chuva; para depois realizar a entrevista com o autor.

Fiz perguntas das quais eu estava interessada pela resposta, não quis me ater a algum livro do autor, mas consegui extrair dele algumas referências de poetas e livros - essa foi a minha maior intenção.

Mesmo errando uma das perguntas que fiz, acho que foi uma entrevista proveitosa.

Fernando transfere suas experiências e inspirações nos seus livros e cita autores e obras que admira também em suas obras.

Escreve quando tem algo para revelar ao leitor, e não como uma necessidade de ser publicado.

Fiz uma lista de poetas que Fernando Monteiro admira e cita na entrevista:

  • Jorge de Lima, 
  • Manuel Bandeira, 
  • Joaquim Cardoso, 
  • Emílio Moura, 
  • Drummond, 
  • Garcia Lorca, 
  • Wallace Stevens, 
  • William Carlos Williams, 
  • Pedro Salinas, 
  • Juan Gelman.

Os livros que mais marcaram o autor foram Moby Dick (Herman Melville) e Os Sete Pilares da Sabedoria (T. E. Lawrence). O escritor prefere esses livros híbridos, que não tem forma definida; como, por exemplo, Os Sertões de Euclides da Cunha.

Sobre o poema longo de Fernando Monteiro (minhas impressões de leitura do livro Vi uma foto de Anna Akhmátova)

Trechos do livro Vi uma foto de Anna Akhmátova (poema)

Trechos do livro O Livro de Corintha (romance)

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